Eu tratara
de fazer amizades no
trabalho, e na
escola, e aos poucos fui enturmando,
com pessoas agradáveis.
Também conheci as amigas, de minhas duas primas.
Também conheci as amigas, de minhas duas primas.
Uma
nova vida, abrindo
seu ciclo, diante de mim.
Tinha
seis meses,
que eu estava morando em Ponta
Grossa, agora dona de meu nariz, saia muito de casa, fizera amizades, e estava
pronta, para recomeçar minha vida.
Conhecera rapazes inteligentes, e interessantes, mas meu coração ainda se mantivera meio inerte, e não se manifestara de modo algum.
Eu
não houvera esquecido Damião, ainda era pouco tempo, porém, jamais voltaria
atrás, pois estava ainda ferida e magoada.
Inutilmente, ele ligara no meu celular,
umas cinco vezes por dia.
No entanto,eu
não atendia, e não me arrependera, jamais fora por raiva ou ódio, mas porque eu
não tivera mais nada, para dizer a ele.
Nada Mesmo!
Nada Mesmo!
O
tempo estava transcorrendo indiferente para mim,meus pais pouco falavam comigo.
Meus irmãos
formados,trabalhavam,namoravam...
E o
celular, mantinha uma enorme barreira entre nós, durante as
noites,
Só estávamos juntos de corpo, em casa.
Só estávamos juntos de corpo, em casa.
Jamais negara a saudade de Damião, mas perdera a
confiança.
Meu
orgulho fora mais forte, que a voz do coração!
Numa tarde, depois da aula,conhecera o Cláudio, que logo á primeira vista, passara uma impressão incrível.
Eu ficara feliz porque, meu coração me surpreendera.
Eu ficara feliz porque, meu coração me surpreendera.
Estava saindo da escola, e ele estava numa lanchonete da esquina, em frente a escola
onde eu lecionava.
Começamos
conversar, ele puxara um assunto corriqueiro, mas depois se tornara
interessante.
Vira
nele um rapaz interessante.
Eu
dissera que era professora de Educação Física.
Ele me disse que sabia, pois era médico ortopedista, e que fazia
exames na garotada cada quinze dias.
Também
dava informações de como ser um bom atleta, mesmo não sendo
profissional.
Então
me senti mais a vontade e deixei que a conversa esticasse.
Eu
contei que viera de Ibitinga, aproveitei e contara meu noivado desfeito, ele
ficara em silêncio, ouvindo, sem sequer ,dizer nada.
Começara
a anoitecer, porém eu não tivera pressa estava gostando da companhia dele.
Tomamos
um lanche suco de laranja e falamos sobre a cidade de Ponta Grossa, também
relatei tudo sobre Ibitinga a vida tranquila e os maravilhosos bordados também.
Nesse
mesmo dia ele me pedira em namoro, declarando se, também sem compromisso,eu
aceitei.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pelo carinho!
Izildinha