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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

A CIÊNCIA INACABADA[FRAG. DO LIVRO-O HOMEM QUE QUERIA ENGANAR A MORTE]

Mas como a vida muda com o tempo, futuramente são os filhos dos filhos que vão brigar pela mesma herança, se é que ainda restou.
A vida é uma roda viva, que passa a todos nós uma lição clara e evidente, e toda vez que enfatizamos um defeito, uma imperfeição no outro, na verdade, estamos nos delatando a nós mesmos.
A eternidade e a imperfeição sempre atuam como o impedidor nosso perante um mundo melhor.
A fé, embora cheia de perguntas, ás vezes, mas jamais teria seu mérito se tudo fosse explicado a luz da razão e viesse com lacre de certeza e garantia até nós.
Porém, sabemos que não é assim, enquanto a Ciência tenta explicar tudo, inacabada vai se ultrapassando ano após ano.
A experiência de quase morte, tem dado seu quinhão de esperança, quando o bem tenta desvendar e motivar mais pessoas pelo seu caminho.
Deus, acima de tudo e de todos, uma Ciência indesvendável e simples ,que se mostra no brilho de uma estrela, no raiar do dia, no vão de luz vazando pela fresta da janela.
Ao fazer do amor, o motivo maior da existência humana, certamente estaremos trilhando um caminho mais dificultoso em partes, porém com o mesmo fio de luz vazando pelo vão de nossa esperança.
Com a partida de nossos entes queridos, ficamos preocupados com o lugar em que eles angariaram, além da dor da separação.
Mas verificando fatos de experiência de quem já vivenciou a morte e depois retornou, ficamos mais conformados e confortados esperando a nossa vez.
Vida e morte estão interligadas, uma não existe sem a outra, quando grande parte da filosofia assevera ser a morte que torna a vida mais bela e prazerosa.
E unidos já a Ciência quem vivenciou a experiência de quase morte, diz ser a morte o lado incrível que dá sentido a vida.
Importante seguirmos os ensinamentos de Jesus Cristo e nos libertarmos dos sentimentos mesquinhos.
Claro que sentiremos angústias,solidões,dores enquanto vida, porém ainda nos resta um fio de luz, uma promessa feita pelo divino que vivera aqui como humano.

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Obrigada pelo carinho!
Izildinha