Tornarmos um país melhor, implica
fazermos um trabalho de formiguinha, implicando cada ser fazendo sua parte, pregando a acentuação do amor ,banindo a desigualdade social.
Carregamos o estigma de nosso povo, nossa
terra onde quer que vamos,ou estamos.
Somente o pensamento no bem estar
coletivo fará abolir a miséria e elevar um povo a uma categoria mais
equilibrada, e respeitada, em todos os sentidos.
Quantas vezes perdemos nosso tempo
condenando superficialidade, quando na verdade, condenados por Deus, estão a
corrupção, a miséria de nossos semelhantes, o abandono físico e social entre os
seres.
Quando fazemos parte de alguma entidade
social, achamos que estamos fazendo nossa parte, doando o nosso excedente,
porém esquecemos de viver com espiritualidade, nesse clima de doação.
Os minimalistas são pessoas que já estão
entendendo que o acúmulo de roupas,calçados,joias e outras coisas mais, acabam
mirrando nossa qualidade de vida.
Muito mais de reunirmos, comemorarmos e
agradecermos nossos incumbes, com nossos propostos, está conjugar aos poucos, o
sentimento de desapego.
Jamais querendo articular, um termo sequer de
viver se desfazendo daquilo que conquistamos com honra e dignidade, mas
simplesmente, fazer do coração, o lado mais doce que nós como seres humanos,
possamos carregar.
Então entendendo, que a fome também é
violenta ,e oferecer um pedaço de pão, para saciar alguém famélico.
Esse desapego, Flora fora aos poucos
acentuando com a vinda de João Paulo ao seu mundo, jamais tentando incluí-lo ao
mundo das pessoas considerada normais, pois tinha certeza de que ele fora
especialmente generoso, um ser quase perfeito.
Então quando ele nasceu,ela fora adentrando seu mundo, com muita vontade absorvendo sabedorias incríveis para serem vivenciadas.
E numa comemoração ,no aniversário de sua
escola, quando ele tinha quinze anos, ela nunca esquecera desse fato:
Os professores de Educação Física
elaboraram uma corrida, tipo maratona, como entretenimento, para todos os
familiares,que iam estar presentes.
Uma maratona de meninos, outra de
meninas.
Tudo fora treinado direitinho, mas quando
chegara no dia, os professores ficaram desapontados porque não houveram
vencedores, aquele que ganhara a frente, esperava os demais para chegarem
juntos.
Esse fato se sucedera entre os meninos e
também entre as meninas.
E os familiares, ao invés de ficarem
chateados, aplaudiram em pé, por minutos ininterruptos.
Logo então, a escola inteira entendera a
mensagem que eles expuseram com atitudes.
Esse fato maravilhoso, na época fora
publicado até nos jornais.
Flora também fora entendendo que João
Paulo era muito mais feliz do que qualquer outro garoto de sua idade.
O tempo sempre lhe fora uma preciosidade
para ser vivenciada minuto por minuto, mesmo vivendo tão pouco
cronologicamente, a vida lhe fora totalmente aproveitada da melhor maneira.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pelo carinho!
Izildinha