As
flores durante a primavera visitam os jardins, mas porque são lindas, não podem
permanecerem para sempre,então,depois da primavera elas murcham e vão embora,
deixando na memória de quem as admirara, seu formato, seu perfume também.
As
estações continuam, uma semente obviamente, espalhara pelo chão como
fertilizadora, para salvar a espécime, e cada vez que a primavera voltar,
outras sementes esta espalhará.
Somos
semeadores e estamos constantemente semeando, nossas sementes lançadas pelos
caminhos vão abrolharem e nos devolver em dobro.
Não
somos eternos, não entendemos direito uma palavra tão antiga como “eternidade”,
porque somos limitados e imperfeitos.
Também
não nos acostumamos com a morte.
Porém,
seria entediante se ela não existisse.
Os
oceanos, as montanhas, as estrelas jamais nos desvendarão seus segredos,
portanto passaremos e estes ficarão.
Jamais
discorrendo como cientista, mas como apreciadora, jamais me fizera a pergunta
sobre a eternidade.
Porém
a eternidade é uma palavra colocada na bíblia, quando o bem, nos promete vida
eterna.
Talvez
a concepção vida eterna, jamais seja discernida por nós mortais.
Entretanto,
muitas vezes vivemos, como se fôssemos diferenciados das demais pessoas, e
eternas.
Somos
dotados de um só corpo, portanto este merece nosso respeito, e que nossos os
bens adquiridos, sejam exatamente, colocados em nosso favor.
Já
que não somos eternos, então a vida deve ser vivida da melhor maneira possível.
Que
nenhum bem, que não nos pertença,venha nos roubar o sono ou a tranquilidade...
Não
somos eternos por isso, qualidade de vida implica, em sua maior parte, na
essência.
Os
exageros, como a própria palavra afirma, não condiz com uma existência digna e
feliz.
Para
a palavra exageros, deixaremos o amor, a alegria, a felicidade e muitos outros
sentimentos que graças a Deus, temos a capacidade de sentir.
Em
síntese, a beleza da vida, quem a enfatiza, certamente é a finitude.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha