Antes
de entendermo-nos como envolvidos em um processo de invalidação,
desenvolvemos inúmeras doenças que nos
aniquilam, impedindo que desempenhemos melhor nossos papeis mediante aquilo que
nos foi determinado.
Isso
fica como um espinho nos cutucando, nos barrando e muitas vezes, tirando-nos a
vontade de viver.
Mesmo
assim, deixamos que nossos sonhos, mesmo espremidos perambulem juntamente
conosco e ás duras penas, sempre tentamos dar um grito preso na garganta, o
grito da superação, o grito da vitória.
Então
descobrimos depois de muito sofrer, que essa cura mora dentro de nós, tão
difícil de ser angariada quanto nossas dificuldades e fobias de serem sanadas,
logicamente.
Descobrir-se
uma pessoa curadora de si própria, envolve uma gama de sentimentos agradáveis
como o fato de estar renascendo e respirar a largos tragos o ar puro de uma
nova vida.
As
invalidações sofridas na infância, na adolescência, preparam um terreno fértil
para que hajam ao longo da vida, inúmeras e perversas invalidações.
E
porque isso ocorre?
Logicamente,
porque nós permitimos, quando esquecemos, que temos um compromisso sério
assumido conosco e vamos acatando nossas invalidações e nos transformando em um
concentrado de culpas.
E
essas culpas começam a gerar doenças incuráveis dentro de nossa psique, quando
nossa vida se resume em sacrifícios, pois acumulamos barreiras e mais barreiras
para atravessarmos, e muitas vezes ainda estas vêm reforçadas pela palavra
carma, acentuando ainda mais a culpabilidade.
O
importante dentro disso tudo, é procurarmos caminhos onde possamos nos
depararmos com uma solução, caso contrário, fica muito difícil obtermos
resultados satisfatórios no que tange á nossa saúde física e mental.
A
cura se encontra em um lugar privilegiado.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha