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terça-feira, 17 de julho de 2018

DIREÇÃO

Depois que o tempo se esvai em nossa vida, percebemos o quanto seria importante uma adolescência, uma infância bem vivida, depois dessa fase,passamos a viver buscando a felicidade, porém os dias oscilam, quando saem da rotina e geralmente nos entristecem com alguma coisa.
Quando somos jovens, muitos de nós somos ingênuos, porém outros nem tanto, mas a maioria sim, o suficiente para acreditarmos que todos são iguais.
Uma proteção brusca e egoisticamente severa, faz com que, jamais criemos os anticorpos da segurança interna, então ao cairmos na idade adulta temos uma sequência de vida inteira para aprendermos ás duras penas.
Onde houve a falsa proteção, prevalece um vácuo interno, um frio constante e cortante, são nossas muralhas tentando nos segurar em forma de ansiedade, fobias e uma série de coisas que nos incomodam tanto.
E somos avaliados na nossa na casca de noz, é onde apenas nos veem, sem realmente nos enxergarem.
Ás vezes ainda incentivamos para que nos vejam assim...
Embora a vida nos escreva, em páginas diferentes, somos vistos e interpretados apenas na casca, sem que percebam ou avaliem o nosso interior.
 A vida simplesmente oscila muito, e para mais ninguém, a não ser para nós e dentro de nós, quanto a casca quase nem nos pertence, apenas vai mascarando uma visão que ostentamos.
Uma boa dose de fé, garra e determinação nos períodos de luzes, nos encaminham numa direção mais fiel conosco mesmos, quando apesar de viver, conviver é sempre uma eterna aprendizagem.

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Obrigada pelo carinho!
Izildinha