O
vocábulo agorafobia tem origem no grego antigo, ágora, que significa praça
pública com o sufixo fobia sendo medo.
Agorafobia
o medo de sentir medo
Segundo
o Manual Estatístico feito pela Associação Americana de Psiquiatria, a
agorafobia é classificada como a fobia pertencente ao grupo das fobias sociais.
Essa
perturbação pode ser considerada um transtorno da síndrome do pânico,
pois a pessoa com pânico passa a evitar uma série de situações, achando que a
qualquer momento ela pode ter uma crise.
A
pessoa perturbada, passa a ter medo de ficar em casa sozinha, pois se passar
mal, não terá ninguém para socorrê-la, e pelo mesmo motivo, também não sai
sozinha, passando a ter medo de dirigir, de ficar em trânsito congestionado, filas, supermercados, feiras, pois lugares de difíceis acessos
podem dificultar-lhe socorro se passar mal.
Acredita-se
que a agorafobia pode ser causada por uma combinação de fatores genéticos e
ambientais, e em muitos casos, a condição é comum na família, e também pode ter
origem na perda de um ente querido, ou um ataque violento.
Segundo
especialistas no assunto, medo todo mundo tem, uns mais, outros menos, mas o
que difere o medo sadio, do medo patológico é justamente o prejuízo, que a
pessoa tem, pelo incômodo gerado, mediante objeto ou situação do medo.
Portanto,
a fobia é um medo patológico, irracional, mediante determinada circunstância ou
objeto de medo, que podem ser de animais de pequenos e grande porte, de
palhaço, de insetos e de outras circunstâncias, ou objetos.
Exemplificando:
Uma pessoa portando uma fobia específica de gatos, ao deparar com um gato na
rua, pode entrar em pânico , tendo taquicardia, sudorese, outros sintomas , só
porque viu um gato.
Isso,
fisicamente não lhe envolve nenhum perigo, mas ao ficar transtornada , pode
atravessar uma rua sem o mínimo de cuidado, e correr o risco, de vir a ser
atropelada.
Nessa
situação, aconselham os especialistas, a priori, evitar esse constrangimento,
mas o tratamento é feito, partindo da hierarquia dos medos, pela exposição
gradativa.
Começando
o tratamento, no caso, pela fobia mais leve, suponhamos que seja o gato, então,
primeiro ela vê o desenho de um gato, depois ela vê uma figura mais definida de
um gato, passando a observar um gato de longe, até que ela consiga segurar o
gato no colo.
Vencida
uma etapa no tratamento, eles partem para um segundo objeto, ou uma segunda
situação da fobia.
E assim consecutivamente, eliminando as etapas, mediante exposições,onde a cura é encontrada no próprio objeto, ou condição, em que são desencadeadas as crises.
E assim consecutivamente, eliminando as etapas, mediante exposições,onde a cura é encontrada no próprio objeto, ou condição, em que são desencadeadas as crises.
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Izildinha