O tempo fora passando, tivera encontrado
pessoas, as quais por um tempo me enamorara, mas logo depois viera um desinteresse, o qual jamais me permitira
crescer no relacionamento.
Até que numa feira de artesanatos, que eu costumara
frequentar aos domingos de manhã, conhecera Artur.
Sempre fizera companhia á minha amiga e colega de trabalho Renata, licenciada em Artes,que sempre expusera seus quadros.
Sempre fizera companhia á minha amiga e colega de trabalho Renata, licenciada em Artes,que sempre expusera seus quadros.
Era um motivo para eu sair e ficar ali ao
lado dela, observando seus quadros e lhe fazendo companhia ,geralmente depois
almoçávamos juntas, numa barraquinha ali mesmo, que fazia um Sushi maravilhoso.
E fora numa manhã de setembro, estivera eu andando pela feirinha lotada de pessoas, quando nos encontráramos.
E houvera um verdadeiro encontro de olhares á
primeira vista.
Eu distraidamente, tropeçara e trombara em qualquer coisa, e ele me segurara pelo braço para eu não cair.
Eu distraidamente, tropeçara e trombara em qualquer coisa, e ele me segurara pelo braço para eu não cair.
Então,logo depois, ele fora me ajudando a catar uns
utensílios de madeira, que estavam expostos á venda, e eu houvera derrubado.
Eu olhara para ele empalidecida e com
vergonha, ele abrira um largo sorriso e então eu dissera:
Desculpe, eu sou mesmo desastrada!
Ele sorrira novamente e dissera a “famosa
frase”:
Não te preocupe com isso, acontece nas melhores famílias
Eu respondera:
Melhores famílias sim, mas não as
melhores pessoas.
Novamente ele redarguira:
Você é a melhor pessoa que presumo ter
conhecido, com um sorriso acompanhando o exagero de asseveração, a qual me
fizera.
Sorrimos os dois, e ele me estendera a
mão:
Meu nome é Artur!
Eu respondera sem ponderar:
Satisfação, o meu Sabrina.
Ele então me perguntara:
O que faz uma moça feito você, tão só
andando por esta feirinha?
Eu, com um pouco mais de desenvoltura
respondera:
Puxa vida!
Era exatamente a pergunta que pensara em
te fazer!
Sorrimos de novo...
Então contei que viera para conversar com
minha amiga Renata e almoçarmos juntas.
Ele retrucou:
Juntas?
E os namorados?
E os namorados?
Eu dissera que ela estivera num processo
de separação e que eu não tinha namorado.
Ele fora franco e simples:
Pretende ter um a partir de hoje?
Acho que nesse momento, que nossos
olhares se cruzaram, eu não precisara dizer mais nada.
Ele segurara minha mão e eu sentira o
calor de sua pele perpassando pelo meu corpo.
Apresentei Artur á Renata, ele dissera
que era escultor também, recém chegado de Londres, houvera morado cinco anos
lá, se casara, mas tudo houvera terminado em dois anos.
Não tiveram filhos e estavam a dois anos
separados, ela se casara com o grande amor de sua infância e ele se sentindo
muito solitário voltara ao Brasil.
Viera conhecer a feirinha porque
pretendia expor seus trabalhos.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha