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terça-feira, 29 de novembro de 2016

FRAGMENTO DO LIVRO_DUPLA SURPRESA


Uma modernidade completamente intrigante para uma minoria, porém portadora do livre arbítrio de escolha para outros.
O momento  fora valorizado em todos os seus aspectos, principalmente nos relacionamentos, que muitas vezes duradouros porém alimentados  pelos casais pela palavra “fantasia", onde a mulher buscara no amante seja real ou seja virtual, realizar um sonho e assim também o homem, e tais excentricidades, valorizadas como um direito, uma necessidade do prazer, pois sem estes, jamais pudera haver felicidade.
E cada um vivera como melhor lhe aprouvera, apenas criticando, quando essas estranhezas eram advindas de outra pessoa, quando estas deixara vazar seu comportamento.
Um mundo líquido, onde o importante fora apenas os fatos revelados, porém o que cada ser mantivera em segredo,nenuma importância viera a ter, mesmo entrando, em contra prudência com a religião em que frequentara, quando esta, as vezes fora um trampolim, para enfatizar uma benevolência, uma generosidade.
As notícias, a política , economia, enfim fora tudo globalizado numa liquidez fluida, onde dificilmente se detectara verdades ou mentiras.
Houvera sempre uma multidão pronta, para odiar tais defeitos nas pessoas públicas, aqueles mesmos que muita gente praticara, em grande ou pequena escala, porém jamais ousaram examinar a consciência antes de atacar.
Mas voltando a nossa Helena, ela se transformara numa mulher frívola e sempre fora conivente com sua maneira vagada de viver, mas tomando a palavra quando estivera no chat em que sempre fora dona da palavra, os mesmos desacertos ,em uma outra pessoa qualquer, não frequentadora do grupo, ela condenava abruptamente.
E sendo apoiada por todos e todas, crescia cada vez mais a sua vaidade.
Os assuntos, aos quais propunha aos amigos e amigas frequentadoras, eram falácias e conversas rasas, porém tanto para ela como para as demais pessoas, fora sempre diálogos importantes, mesmo porque, jamais poderiam discorrer sobre outros assuntos, por falta de fé, de generosidade.
Também desconheciam a felicidade longe do prazer, então muito se falava a respeito de sexo.
Quando atacavam alguém a primeira asseveração sempre fora a falta e a necessidade do sexo, equiparando completamente com a irracionalidade e a miséria de inteligência, a qual vivera.
Joãozinho sempre viajara para o exterior ,pois tivera um amigo em Amsterdã , sendo a capital e a cidade mais populosa do Reino dos Países Baixos.
 A instituição de capital holandesa, fora garantido pela Constituição dos Países Baixos, não sendo a sede do governo holandês, que fica em Haia.
 Amsterdã  mantivera uma população de oitocentos e trinta  habitantes na cidade propriamente dita, e aproximadamente dois mil habitantes em sua área urbana , o que resultara em torno de dois milhões e meio habitantes na área metropolitana.
O nome da cidade origina de uma pequena vila de pescadores numa indicação de sua origem como uma represa do rio no final do século doze.
Fora sempre considerada uma cidade onde muito se valorizara a cultura, o tal amigo de Joãozinho viera de família humilde de pescadores, porém já na terceira geração, dono de uma grande empresa de pescados.
Quando Joãozinho o recebia em sua casa, com a esposa, tentara retribuir a gentileza com que sempre fora tratado.
Eles dominavam vários idiomas, principalmente inglês e português, países onde eles tinham além de amigos, familiares e parentes.
Adelino e Idalina, formara um casal especial, pelo menos no que aparentara.
Eles se comunicavam o tempo todo através do Skype, onde Joãozinho e o amigo ,comentavam muito sobre negócios, e muitas vezes.Porém, a modernidade líquida predominava também em todos os países e em todos os lugares, principalmente os países mais abastados, sempre se sobrepondo, aos países mais pobres.
Helena contratara bifes, quando recebera para o jantar, amigos importantes, sempre perguntando de antecedência, o que gostariam saborear no jantar. Enfim, a vida de Helena sempre fora cheia de compromissos, mas ela sempre reservara um tempo para Astor, mas nunca revelara um ao outro, seus nomes verdadeiros e também a procedência.

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Izildinha