Uma modernidade completamente intrigante
para uma minoria, porém portadora do livre arbítrio de escolha para outros.
O momento
fora valorizado em todos os seus aspectos, principalmente nos
relacionamentos, que muitas vezes duradouros porém alimentados pelos casais pela palavra “fantasia",
onde a mulher buscara no amante seja real ou seja virtual, realizar um sonho e
assim também o homem, e tais excentricidades, valorizadas como um direito, uma
necessidade do prazer, pois sem estes, jamais pudera haver felicidade.
E cada um vivera como melhor lhe
aprouvera, apenas criticando, quando essas estranhezas eram advindas de outra
pessoa, quando estas deixara vazar seu comportamento.
Um mundo líquido, onde o importante fora
apenas os fatos revelados, porém o que cada ser mantivera em segredo,nenuma
importância viera a ter, mesmo entrando, em contra prudência com a religião em
que frequentara, quando esta, as vezes fora um trampolim, para enfatizar uma
benevolência, uma generosidade.
As notícias, a política , economia, enfim
fora tudo globalizado numa liquidez fluida, onde dificilmente se detectara
verdades ou mentiras.
Houvera sempre uma multidão pronta, para
odiar tais defeitos nas pessoas públicas, aqueles mesmos que muita gente
praticara, em grande ou pequena escala, porém jamais ousaram examinar a
consciência antes de atacar.
Mas voltando a nossa Helena, ela se
transformara numa mulher frívola e sempre fora conivente com sua maneira vagada
de viver, mas tomando a palavra quando estivera no chat em que sempre fora dona
da palavra, os mesmos desacertos ,em uma outra pessoa qualquer, não
frequentadora do grupo, ela condenava abruptamente.
E sendo apoiada por todos e todas,
crescia cada vez mais a sua vaidade.
Os assuntos, aos quais propunha aos
amigos e amigas frequentadoras, eram falácias e conversas rasas, porém tanto
para ela como para as demais pessoas, fora sempre diálogos importantes, mesmo
porque, jamais poderiam discorrer sobre outros assuntos, por falta de fé, de
generosidade.
Também desconheciam a felicidade longe do
prazer, então muito se falava a respeito de sexo.
Quando atacavam alguém a primeira
asseveração sempre fora a falta e a necessidade do sexo, equiparando
completamente com a irracionalidade e a miséria de inteligência, a qual vivera.
Joãozinho sempre viajara para o exterior
,pois tivera um
amigo em Amsterdã ,
sendo a capital
e a cidade mais populosa do Reino dos Países Baixos.
A
instituição de
capital holandesa,
fora garantido
pela Constituição dos Países Baixos,
não sendo a sede do
governo holandês, que fica em Haia.
Amsterdã mantivera uma população de oitocentos e trinta habitantes na cidade propriamente dita, e aproximadamente dois mil habitantes em sua área urbana , o que resultara em torno de dois
milhões e meio habitantes
na área metropolitana.
O nome da cidade origina de uma pequena vila de
pescadores numa indicação
de sua origem como uma represa do rio no final do século doze.
Fora sempre considerada uma cidade onde
muito se valorizara a cultura, o tal amigo de Joãozinho viera de família
humilde de pescadores, porém já na terceira geração, dono de uma grande empresa
de pescados.
Quando Joãozinho o recebia em sua casa,
com a esposa, tentara retribuir a gentileza com que sempre fora tratado.
Eles dominavam vários idiomas,
principalmente inglês e português, países onde eles tinham além de amigos,
familiares e parentes.
Adelino e Idalina, formara um casal
especial, pelo menos no que aparentara.
Eles se comunicavam o tempo todo através do Skype, onde Joãozinho e o amigo
,comentavam muito sobre negócios, e muitas vezes.Porém, a modernidade líquida predominava
também em todos os países e em todos os lugares, principalmente os países mais
abastados, sempre se sobrepondo, aos países mais pobres.
Helena contratara bifes, quando recebera
para o jantar, amigos importantes, sempre perguntando de antecedência, o que
gostariam saborear no jantar. Enfim, a vida de Helena sempre fora cheia de
compromissos, mas ela sempre reservara um tempo para Astor, mas nunca revelara
um ao outro, seus nomes verdadeiros e também a procedência.
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Obrigada pelo carinho!
Izildinha