Existem
coisas que particularmente, talvez, não possamos entender,principalmente,
quando se trata da coisa mais importante do mundo, que é nos relacionarmos com
outras pessoas...Saber dialogar para poder chegar num consenso comum.
Nos
declaramos abertos, espiritualizados, civilizados, porém quando a coisa esbarra
num ponto crucial, já nos excluímos ,e alegamos as mais perfeitas desculpas e
justificativas,para que nos fechemos em nossos defeitos,aqueles que só vemos em
outrem...
Claro, que
nos afastamos daquelas pessoas que demonstram, não estarem a fim de manter
nenhum vínculo fraterno conosco,não podemos impor nossas condições,nossas
afinidades onde não somos bem quistos...
Evitar
pessoas que não conseguem
estabelecer um relacionamento leal,amigo,companheiro,compactuando verdades e
vontades de praticar o bem,acreditemos ser um fator positivo quando não há
outra alternativa.
Não
se trata em desprezar, odiar quem quer que seja,pois,carregar mágoas, um grande
fardo,só para quem as carrega,então, afastar-se pelo bem,entendamos melhor
assim, para que ambas sejam felizes.
Mas, muitas
vezes, nos declaramos pessoas de bem, cumpridoras assíduas dos deveres legais,
físicos, morais, mas a espiritualidade deixa muito a desejar quando atinge
alguns parâmetros que”fogem da normalidade”
Então,
aconselhamos,e também passamos a fugir dos ex-namorados, ex companheiros,e sem
perceber vamos transformando a famílias numa ex família,onde todos se fecham
para todos,a menos que haja uma brecha para as críticas sempre, e os deboches...
Acreditemos
que para vivermos em harmonia, precisaríamos ainda crescer muito ao longo dos
anos, que a maturidade ainda não seria suficiente, precisaríamos de mais uns
mil anos, então...
Portanto,
olhando por outro prisma, a vida simplificada é um luxo, é privilégio de quem
desfruta da paz, de boa saúde física e mental e daí atingirmos a sonhada paz
espiritual.
Que
tentemos então, não nos custa nada superar nossos defeitos, nossas limitações,
pois pode ser que os defeitos, que tanto vemos em outrem, se os compreendermos,
estaremos crescendo como seres humanos e superando, apenas, os nossos próprios
defeitos.