Eu vivera tanto tempo,olhando uma constelação durante todas as noites,enquanto o sol se escondia num outro canto do meu quarto,enquanto eu dormira sossegada,quando do sol e das estrelas,tivera uma proteção, carregada de esperanças milenares..
Jamais percebera, a fuga da vida, entre os vãos coloridos pela claridade,quando então punha minha mão, numa radiografia rosada, em tons transparentes, eu observara moléculas voadoras, feito minúsculos redemoinhos.
Eu ficara horas observando o óbvio, o presente até hoje retratado, sem sequer formular uma pergunta,sem sequer...
Porém,esse lapso permaneceu no presente parado.
Porque para milhões de respostas, jamais houvera o que perguntar, jamais houvera uma só resposta.
Perguntas sem respostas tornam tudo muito fácil,mas as respostas sem perguntas,são extremamente indecifráveis.
Eu jamais soubera, porque uma gota no silêncio ausentador da noite,parecera um tamanho incômodo, quando tivera meu sono escapulido, mas que um escapamento incrementado, passara resvalando a esquina,sem sequer ter arranhado um outro pesado sono meu.
Talvez,também entendera, porque eu me acostumara com o adeus, com a solidão,desde uma tenra idade,quando alguém entrara na sala vazia, recolhendo o último ramalhete, e eu ficara só.
Ali parada no presente...
Eu nada perguntara, porque as respostas eram evidentes, e as perguntas se tornariam obsoletas,como alguém, que conversara consigo mesmo, e jamais ousara entender um tema, colocado em pauta.
Um tema,que doravante, seria respaldado pelo silêncio,primo irmão do descaso, conjugando um abandono castrador, perpassando todas as ruas escuras da vida,dentro da própria casa.
Enquanto ainda,nada há de novo e nem de diferente,pois é assim,que ainda continuam se acomodando no silêncio,todos os inocentes do mundo.
Para estes, todos os colos do mundo,se tornaram ausentes,todas as palavras doces azedaram,amargando até o frescor das águas insípidas,brotando das lágrimas, que regaram algumas esperanças, mesmo sem perceber.
Jamais, algo confunde mais,do que a incerteza vinculada, numa certeza silenciosa, e esmagadora.
Numa certeza, que aplaude alguém, num palco solitário,tateando os dias ao acordar,esboçando um motivo,dentre o alheio a tudo que te cerceia.
Aprender a perdoar, sempre fora uma tarefa árdua, validada, porém tão despercebido,o ato de pedir perdão.
Também dentre as verdades inusitadas, ficaram dúvidas num lugar incerto, e estas perderam toda sua vestimenta,enquanto a aleivosia desfila, impecavelmente travestida, de toda alegoria necessária. Mas há ainda, algumas almas empáticas,que vão distribuir alimentos, vão salvar vidas, vão doar uma palavra que conforta alivia e tira a dor,mesmo que essa apalavra,seja nada mais nada menos, do que "eu te amo".
Suponhamos todos iguais,vivêramos repetindo durante séculos,porém,soubéramos, que jamais.
Apenas, temos o mesmo número de átomos constituintes, de nossas necessidades vitais,e quando estes diferem,diferimos nos também,porém a vestimenta da consciência, estipula normas livres,dentro do livre arbítrio,escreve frases com palavras ilegíveis para quem não as acata.
As palavras ilegíveis,estendem-se para quem as quiserem ler e decifrar,independentemente de querer ou não,porque somos pessoas e seres,somos espíritos vivendo uma experiência existencial,somos existências tentando viver uma experiência espiritual.
Feito um coração atribulado,que ás vezes, jamais permitira entender as nuances frias da razão, mas que quando no presente calor das emoções, emana o frescor da vida
Jamais percebera, a fuga da vida, entre os vãos coloridos pela claridade,quando então punha minha mão, numa radiografia rosada, em tons transparentes, eu observara moléculas voadoras, feito minúsculos redemoinhos.
Eu ficara horas observando o óbvio, o presente até hoje retratado, sem sequer formular uma pergunta,sem sequer...
Porém,esse lapso permaneceu no presente parado.
Porque para milhões de respostas, jamais houvera o que perguntar, jamais houvera uma só resposta.
Perguntas sem respostas tornam tudo muito fácil,mas as respostas sem perguntas,são extremamente indecifráveis.
Eu jamais soubera, porque uma gota no silêncio ausentador da noite,parecera um tamanho incômodo, quando tivera meu sono escapulido, mas que um escapamento incrementado, passara resvalando a esquina,sem sequer ter arranhado um outro pesado sono meu.
Talvez,também entendera, porque eu me acostumara com o adeus, com a solidão,desde uma tenra idade,quando alguém entrara na sala vazia, recolhendo o último ramalhete, e eu ficara só.
Ali parada no presente...
Eu nada perguntara, porque as respostas eram evidentes, e as perguntas se tornariam obsoletas,como alguém, que conversara consigo mesmo, e jamais ousara entender um tema, colocado em pauta.
Um tema,que doravante, seria respaldado pelo silêncio,primo irmão do descaso, conjugando um abandono castrador, perpassando todas as ruas escuras da vida,dentro da própria casa.
Enquanto ainda,nada há de novo e nem de diferente,pois é assim,que ainda continuam se acomodando no silêncio,todos os inocentes do mundo.
Para estes, todos os colos do mundo,se tornaram ausentes,todas as palavras doces azedaram,amargando até o frescor das águas insípidas,brotando das lágrimas, que regaram algumas esperanças, mesmo sem perceber.
Jamais, algo confunde mais,do que a incerteza vinculada, numa certeza silenciosa, e esmagadora.
Numa certeza, que aplaude alguém, num palco solitário,tateando os dias ao acordar,esboçando um motivo,dentre o alheio a tudo que te cerceia.
Aprender a perdoar, sempre fora uma tarefa árdua, validada, porém tão despercebido,o ato de pedir perdão.
Também dentre as verdades inusitadas, ficaram dúvidas num lugar incerto, e estas perderam toda sua vestimenta,enquanto a aleivosia desfila, impecavelmente travestida, de toda alegoria necessária. Mas há ainda, algumas almas empáticas,que vão distribuir alimentos, vão salvar vidas, vão doar uma palavra que conforta alivia e tira a dor,mesmo que essa apalavra,seja nada mais nada menos, do que "eu te amo".
Suponhamos todos iguais,vivêramos repetindo durante séculos,porém,soubéramos, que jamais.
Apenas, temos o mesmo número de átomos constituintes, de nossas necessidades vitais,e quando estes diferem,diferimos nos também,porém a vestimenta da consciência, estipula normas livres,dentro do livre arbítrio,escreve frases com palavras ilegíveis para quem não as acata.
As palavras ilegíveis,estendem-se para quem as quiserem ler e decifrar,independentemente de querer ou não,porque somos pessoas e seres,somos espíritos vivendo uma experiência existencial,somos existências tentando viver uma experiência espiritual.
Feito um coração atribulado,que ás vezes, jamais permitira entender as nuances frias da razão, mas que quando no presente calor das emoções, emana o frescor da vida
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pelo carinho!
Izildinha