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domingo, 10 de janeiro de 2016

CUIDADOS

Jamais mudas, me disse, como se a minha inalterabilidade.
Jamais fosse alimentada pela tua inflexibilidade.
Guardei meu coração, em um canto qualquer.
Eu o quero calado,silencioso!
Até ele purgar toda consternação, de minha alma.
Pois,que ainda ele balança, em teu ritmo, afrontando a razão.
Porém,desta vez,a razão exibe fortes argumentos.
Eu aceito,minha alma aceita e tudo está consumado.
No entanto,se o coração quiser carregar esse amor.
Já não será problema meu,tenho a razão de meu lado.
Quando um coração não ouve,só sente,só é coração.
Que insiste que eu me resuma de novo,ao invencível.
Que me coloca uma lágrima diante de qualquer recordação.
Pois que sempre foram tão sofríveis...
Enquanto eu me ajeitava comigo,fazias companhia a outras.
Noites e dias de solidões intermináveis,traições.
Sim...As traições foram as piores possíveis!
Pondo inimizades dentro do amor.
Deixando-me num canto como uma criança relapsa.
Que joga um brinquedo, em qualquer lugar.
Depois volta a procurá-lo onde nunca guardou.
E quer encontrá-lo intacto como se houvesse nele, cuidados.