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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

PRESENTES DE FINAL DE ANO E SEUS CONSTRANGIMENTOS

As coisas mais simples, é que podem fazer muito por nós, em momentos de crise,mesmo não sendo economistas,podemos nos tornar experts no que tange em driblar a situação...Final de ano chegando e podemos raciocinar,contrabalancear,ponderar onde vamos gastar o nosso décimo terceiro que praticamente já vem enquadrado dentro de IPVA e muitos outros impostos mais...Entendamos que,nem sempre sair correndo ás lojas e fazer aquela lista interminável de bagatelas,que enxugam todo nosso dinheiro,mas que ás vezes não agradam quem recebeu,coisas que nunca veremos a pessoa usando,que ficarão por longos anos no fundo de uma gaveta,mas que juntando uma infinidade dessas coisas,foi dispendioso dentro de nosso orçamento.
É prazeroso presentear alguém, quando isto não se torna obrigação,manipulada pelo comércio desenfreado, que não coloca sentimentos, mas sim ostentação nas festas de finais de ano.
Combinemos então, que muita coisa está em mudança em  função do “Meio” da sustentabilidade, e porque não mudemos então,nossa maneira de nos confraternizarmos com a família e amigos?
De maneira mais prazerosa, mais tranqüila, fazendo um pacto que o encontro será apenas de compartilharmos alegria, tendo como atenuante as famosas críticas dos presentes que sempre acabam desagradando...
A quem pode, e tem o prazer de oferecer um agrado ás determinadas pessoas da família de seu convívio, que use a criatividade e a sensibilidade juntos, jamais aquela coisa massificada da obrigação, que não acrescenta nada, muito pelo contrário,acaba criando constrangimentos.
Consideramos tanta coisa fora de moda,liquidamos de uma hora para outra maneiras,modos,banimos palavras de nosso vocabulário,taxamos músicas eternas como músicas antigas,usamos as famosas e toscas frases,”isto é ou não é de meu tempo”,mas sempre carregamos um fardo pesado das ridículas lembrancinhas que não acrescentam nada a ninguém.

Um presente deve ser pensado,pois tem a função de representar quem é presenteado,ou façamos com este intento e delicadeza,ou deixemos essa incessível obrigação de lado.