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sábado, 13 de junho de 2015

COMPANHIA

Vivemos em plena solidão, camuflada por um aparato de coisas,que não nos permitem,total abandono.
Isso contribuiu muito, para que se desenvolvam novas amizades,que se encontrem maneiras de abrandarem a solidão em dados momentos,e também,para que nos comuniquemos com maior facilidade,sem aquelas antigas cartas de minha avó,que nos chegavam do correio,ou longos interurbanos.
Tudo então,é muito rápido,que ás vezes nos perdemos no meio dessa impulsividade,onde tudo muda,se descarta,cria-se novos modelos,novas formas,novas maneiras de interagirem uns com os outros...
Portanto, devemos sempre ter os pés fincados no chão, para que não haja uma super dosagem de virtualidade, a ponto de confundir-se com nossa realidade,que é bem diferente,graças a Deus.
É importante saber distinguir o mundo virtual do mundo real,nosso corpo necessita de calor humano de antigas amizades,de familiares por perto...Também ficamos tristes,choramos,rimos,brigamos,fazemos as pazes...Isso nos mantém vivos de fato.
Quando passamos um dia em paz,junto dos familiares,dos amigos,de alguém especial,parece que nos sentimos plenos e o mundo passa a ter sol,as noites luas,estrelas...
As horas de conversas são gratificantes,o cafezinho,o almoço o jantar que sozinho,ás vezes é sem gosto,na companhia de alguém torna-se um banquete.