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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O COLORIDO DO QUADRO HUMANO


Mesmo que o sol brilhe em dias alternados, mas nem por isso, os dias deixam de ser dias.
Com o encantamento do amanhecer, com um risco ocre na tarde, com uma estrela ofuscada do anoitecer.
Para serem dias completos, precisam aliar-se ás manhãs tardes e noites.
E um destes se incumbe da recompensa, do estímulo mesmo que retardatário.
E todos os  benefícios estão presentes, embora, muitas vezes escondidos pelas nuvens...Mas precisa ser assim.
Elementos interligados que manterão uma harmonia necessária, na elevação constante da paz.
Os dias passam, escrevem, apagam, reescrevem, fazendo de nós,personagens dessa história.
E nesses momentos, também nós, ficamos expostos á sombra sem sol.
Isso indica nuvens passageiras que passam e depois nos permitem o brilho do Astro Rei...
Portanto, sempre estamos nos reforçando em face de provações, depois vimos á tona como estrelas apagadas que renascem á luz.
Depois da opacidade é que podemos realçar nosso brilho como sol, e com mais intensidade.
Isso faz a grande diferença!
As soluções inexatas parecem não se encaixarem com aquilo que sentimos, mas são inevitáveis,mesmo que de momento não caiba,nem dentro de nosso coração...
Mesmo porque, jamais saberíamos o que é alegria se nunca ficássemos tristes por algum motivo.
Tristezas também são nuvens passageiras, que dão lustro e brilho á alegria, posterior á ela...
A vida, simplesmente é feita desses dois opostos, que como uma gangorra oscila, sem que percebamos.
A vida precisa ser vivida de frente. De alma e corpo também!
Caso contrário...Onde estaria a satisfação de uma batalha vencida?
Onde estaria a vitória confiante da fé,onde estaria a confiança e o mérito do aprendizado?
Somos livres quando nos declaramos autênticos e não tentamos impor nossos modelos...
Somos livres quando mudamos nosso curso em face daquilo que nos traz harmonia.
Somos livres quando amamos...
 Amor, sentimento esse, que muitas vezes, elaborado exclusivamente dentro de cada ser, e a cada ser unicamente...Amor, particularidade pessoal, única e especial.
O jeito que cada um tem de amar...
Assim, se faz a composição do “colorido do quadro humano”.
Como uma variedade de cores sentimentais, que compõem um jardim de flores no Universo da sensibilidade.
Que é única no jeito de olhar o mundo!
Única no jeito de conduzir a vida!
Única no jeito de amar e também, por amor, única em abdicar.
Dar um eterno adeus a tudo, que a esta impregnada eternamente.
 Única no jeito de ser...
Única ao perceber suas limitações e saber conviver com elas.
            Embora descrevamos a paz como um sentimento inerente a todo ser, mas esta sempre dá um colorido único, ao abrigar-se no centro de nosso Universo...