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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

PARADIGMAS DA HUMILDADE SINCERA


Com o decorrer da vida, ás vezes, temos nítida ciência de que estamos expandindo os limites humanos, enriquecendo a espiritualidade, tornando-nos compreensivos, sábios e confiantes de que aquilo que primamos é sempre o certo, ou que estamos trilhando o melhor,e mais tranqüilo caminho...
Teoricamente nos declaramos pacíficos, solidários ás dores e percalços pelos quais pessoas do convívio social ao qual fazemos parte estão passando, no entanto, quando isso esbarra na prática, deixamos muito a desejar...
 exclusivismo fala mais alto, listamos o que é de praxe, e aquilo que foge de atitudes convencionais, nos descartamos, pois passa a ser totalmente intolerável e inviável.
Quando estamos mais preocupados conosco mesmos, com  que acham os demais,o que pensam,e como a regra geral age, e então,que cada um que resolva seus problemas como a vida lhe aprouver.
Ás vezes achamos, que nossa passagem aqui é perene, que nunca nos fragilizaremos, que nos bastamos, e que a vida se faz importante quando mantemos um parâmetro, que seja conivente com a maneira de pensar  dos demais.
Ou simplesmente nos fechamos num mundo restrito dentro de nossas permissividades, por medo de sofrer, ou porque nos consideramos donos absolutos das exclusivas verdades.
Porém, somos muito pequenos diante do plano da vida, somos incapazes de nos reconhecermos como pessoas passíveis de falhas, de erros, de conclusões erradas e precipitadas...
Somos incapazes de estender a mão!
Adotamos um  modelo que sempre, já vem pronto e incluso dentro de cada um,mas que vale para todos...
Nos fundimos a uma idéia geral, a moda que veste todo mundo, inclusive nós mesmos.
Esquecendo-nos, que não fomos fabricados em séries...
Alegamos estarmos estupefatos de egoísmos, falta de sensibilidade e outras coisas mais,discursamos lindamente sobre isso,mas na segunda página nos incluímos também... Pois quando tudo toca na prática, damos um  jeito de justificarmos nossos meios tão exclusivistas...
Em se tratando de fazer o bem, sem olhar a quem, talvez  ainda não conseguimos traçar um perfil exato,que gira em torno nossas necessidades e limitações,apenas, ainda e sempre...
Fazemos prevalecer a incapacidade dos sentimentos,que deixam muito a desejar, quando nos excluímos do roll das pessoas peculiares, sem que percebamos,e em função de nosso orgulho...
Portanto,se quisermos sair da esfera limitada do humano e tocarmos livremente os espaços da luz divina,precisamos estabelecer uma ponte maravilhosa ,com o equilíbrio e segurança, que só as mãos de Deus sabem proporcionar mediante atitudes de humildade sincera.
Acreditemos sim, que essa ponte uma vez estabelecida, nos permitirá a visão mais ampla,visão esta, a tocar livremente,a felicidade eterna...
Esta, nasceu conosco, mora em nós, portanto a mesclamos, sofremos muito, com nossa restrita humildade.