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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

AS MELHORES INTENÇÕES

Em tão pouco tempo,e em meio a tanta tristeza,não há o que se dizer,só há  o que se lamentar,mesmo porque uma infinidade de jovens foram ceifados assim desse jeito ..
Há um desespero em encontrarem culpados, em puni-los, que mais parece desencargo de consciência por parte das autoridades.
Infelizmente, a vida, está sempre em segundo plano, quando adquirimos uma mercadoria,dependendo do valor,arrumam um jeito para que paguemos um seguro,que nada mais é do que uma forma de extorquir mais dinheiro de quem já compra tudo com impostos pesados embutidos.
Mas ao se comprar um ingresso para uma diversão, compra-se também um passe para a morte da pior maneira possível, sem o mínimo de segurança.
E, só paramos para pensar nisso, depois de uma tragédia dessas...
Providências serão tomadas, mas não trarão os entes aos familiares.
Aí pensamos como anda a fiação do prédio em que moramos, onde as reformas são apenas as fachadas de fora,as escolas,igrejas,cinemas t,teatros,afinal é para isso que pagamos impostos,ou não é?
Acredito mesmo que nem haja o que se dizer neste momento, mesmo porque tudo que se pode dizer por dizer seria utopia.
Parece que nossos jovens precisam conviver com o perigo, com a margem de altos lucros, estarem sempre entre o limite vida e morte,em casas de diversões sempre carregadas das melhores intenções...
A intenção é das melhores, mas a precaução é sempre das piores, advindas de todas as partes.
Fico imaginando, onde se agarrarão esses familiares para encontrar uma resposta plausível, e que por mais que perguntem jamais encontrarão...
Também não entendo fogos de artifícios como maneira saudável de se comemorar alguma coisa, isso é a respeito de mundo, os índios dizem que isso faz muito mal ao planeta Terra, espanta os animais, e não entendo porque?
Então que os nossos jovens artistas façam arte sem precisar de alegorias desse tipo, que nossas autoridades, sejam competentes e subdivididas, e que cada um cumpra com seu papel, onde um não com responsabilidade pode valer muito mais do que um sim catastrófico.
Que empresários e responsáveis por prédios onde há acúmulo de pessoas, sejam realmente responsáveis, e que tornem seus negócios, meios seguros de vidas e não só “margem de lucros”
Que Deus ilumine e reconforte esses familiares...
Amém!