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quarta-feira, 7 de março de 2012

EFEITOS COLATERAIS

Se para toda doença existe sempre um bom remédio que leva á cura, para todo bom remédio existe o efeito colateral, e a diferença entre o remédio e o veneno, está na dose...O mundo tecnológico vivencia seu ápice em desenvolvimento, maravilha, ponto a favor da ciência tecnológica, que está aí para fazer pessoas felizes...No entanto, temos aí jovens e adolescentes operando as mais complexas invenções que deixam muito a desejar nas escritas.
Blogueiros jovens que sabem tudo, e como operar, e criar programas,mas não redigem uma linha sequer, sem que haja deficiência na mesma.
Fácil entender, eles são frutos da informação relâmpago, da novela que já direciona o telespectador indicando quem é o mocinho e quem é o vilão...
Do noticiário, que quase nunca é imparcial, sempre vem precedido de um comentarista que manipula a opinião alheia, não sou contra, mas as pessoas estão se acomodando e parando de pensar.
E quem não pensa, não se programa na vida, não educa filhos, não aprende na escola...
Isso sem contar dos direitos que uma parte da população tem e usam isso como chantagem emocional.
A palavra preconceito também caiu no efeito colateral, só se protege algo muito frágil, muito deficiente, e não é por aí, quando há respeito, não há raça inferior, todos são iguais, afinal o que conta mesmo no final das contas, é o conteúdo, a desenvoltura, a auto estima,o caráter .
Esses requisitos não vem com prazo de validade, não vem com rótulo de cor, mas vem se fazendo valer pelo conteúdo...Nossas crianças e jovens estão sendo vitimadas pela tecnologia no que tange á formação de conteúdo, de saber pensar de ter sua individualidade preservada dessa massificação em massa...
Nossos jovens não sabem escrever,têm grande dificuldade em redigir,em expor suas idéias e argumentar a favor delas,de interpretar um texto,de se fazerem entendidos de maneira elegante sem que haja apelações...
As escolas precisam regredir um pouco e voltar aos bons e antigos costumes das escritas...
Escrevendo se aprende a pensar, se descobre como viver melhor dentro das próprias condições sem serem levados e engolidos pelo mundo tecnológico.
A tecnologia precisa estar para as pessoas e não massificá-las, tornando-as escravas dentro de suas não possibilidades de encolhas.