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segunda-feira, 15 de maio de 2017

AMOR PRÓPRIO

Enquanto, a autoestima em alta requer aprestos para subsistir,o amor próprio surge no limiar de uma existência, como uma luz, que clareia cérebros fecundos,podendo por outro lado,porém, cegar mentes limitadas e presas ao amor á artificialidade...
O amor próprio delimita um espaço, dentro de cada ser, que quantifica e qualifica as virtudes, elimina a insegurança,e ilumina com serenidade...
Já a autoestima se agarra em subterfúgios para poder emergir...
Somos passíveis ao amor próprio,se caminharmos dentro de uma linha de pensamento, que nos remeta a uma conduta, a qual nos propicie respeito e qualidade de vida,nos livrando de nossos inimigos internos, carentes de tais futilidades,que jamais nos capacitam á felicidade...
Autoestima,esse inverso,quando tentamos intensificar nossas possibilidades, a fim de evidenciarmos nossos valores, através de faculdades aquisitivas, visto que,nos encarregamos de um fardo muito pesado, que compete o tempo todo conosco,e não nos possibilita felicidade,mas sim, mantendo eternamente  aprisionada a segurança...
A autoestima, tanto em baixa,como em alta,nada mais é do que uma falsa concepção de felicidades, colocadas artificialmente em nós, tão obsoletas,nos cerceando e nos escravizando eternamente...

Somos apenas um exemplar, no meio de uma infinidade incontável de seres semelhantes, tentar diminuir semelhante, em função de poder aquisitivo,nos incute uma situação de infelicidade...
Valemos pelo que somos, e, se conseguirmos nosso valor, apesar de muito,ou apoucados bens materiais, significa que temos amor próprio,que nos fazemos respeitar,que nos valemos dos bens antes, que eles se valham de nós,e mais nada competirá conosco,abrindo nosso espaço para felicidade.