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sexta-feira, 15 de junho de 2018

SIMBÓLICO

Sendo fornecimento para alguém, institui em nós a desconstrução da aspiração  indivídua, isso, se enquanto vida não assoalharmos uma habilidade de enfraquecermos essa comiseração enganadora, que tanto indisposição nos ocasiona.
Os romances narcisos nascem, como flores escurecidas, pelas mãos ceifadoras de vidas latentes, comprimidas á sombra de todo produto da pugna alheia.
Apreender o codilho, tão dolente, quanto ignorar o fato.
 Porém, no coração simbólico, onde predomina a crença, existirão outros espaços comandados pelos inventivos da benevolência, que ocasionarão profunda felicidade.
 Inventivos estes, intrínsecos apenas a quem possui uma dádiva rara, iluminando a existência que se chama amor.
E em nome deste abre todas as portas, encontra todas as respostas, formula todas as perguntas.
Sim, abre as portas porque consegue fechá-las também, encontra todas as respostas porque sabe formular novas perguntas, e formula todas as perguntas porque encontra respostas para todas elas.
Pobres sugadores, arremessados pelas amparas desvalidas do engodo, ainda crendo serem tão elevados, no entanto, quando ausentada a luz da empatia, perambulam desafortunados de vida, obscuros e obtusos, assim como nasceram.
Que a Ciência infinita designe um retorno, mesmo porque ponderadamente, ausentada mantemos, mediante todo ser invalidado, torturado, transtornado e sugado, por outros seres de luzes apagadas e sensibilidades opacas.
São indigentes ausentados de sentimentos nobres, que na profundeza de suas broncas experiências, embarreiam caracteres nobres também.
Enquanto vão olvidando na atitude,a melhor oração, vão asseverando sem percepção, a ausentada vida em plenitude, a quem busca nas essências apoiadas, vincular os atos aperfeiçoes.
Que peregrinemos sob o arrimo de um Semblante máximo, a que nem somos dignos, de ousar muitas vezes, a nos apontarmos, porém, mesmo assim, tendo um predominante na crença,teremos uma certeza na vitória plena.